Nossa História

A história do Hospital Pequeno Príncipe começou em 1919, com a energia e a ousadia de um grupo de voluntárias e médicos que sonhou em construir um centro de saúde de excelência para todas as crianças. Este sonho foi ganhando apoiadores e se tornou realidade.

Hoje somos o maior hospital pediátrico do Brasil e completamos 100 anos oferecendo atendimentos em saúde em 32 especialidades, com excelência técnico-científica, equidade e humanização, a milhares de crianças e adolescentes de todo o Brasil.

Reconhecido como centro integrado de diagnóstico e tratamento e referência em Pediatria, o Pequeno Príncipe é uma instituição filantrópica e destina 70% da sua capacidade de atendimento ao SUS, enfrentando, assim, os desafios do subfinanciamento da saúde no país.

Somos gratos a toda a sociedade e a cada paciente, familiar, médico, profissional de saúde, colaborador, voluntário e apoiador por nos ajudar a escrever esses 100 anos de história de cuidado e amor à criança.


Histórias de quem tem muito o que viver


Há 100 anos, o Pequeno Príncipe ajuda a construir histórias de quem tem muito o que viver. Conheça, abaixo, algumas delas:


Olá, meu nome é Vanessa, minha filha Mikaella é paciente aí no HPP da cardio e pneumo. Em 2017, 6 meses após o nascimento dela, tudo ocorria normalmente. Em um dia ela passou mal. Levei até a emergência do Pequeno Príncipe e lá foi constatada uma broquiolite, e teriam que a internar. Até aí era só isso mesmo. Mas durante a internação uma pediatra passou para olhar o estado geral dela e percebeu que ela tinha um sopro no coração. Subimos para o quarto e logo após fomos fazer uma ecocardio de emergência. E assim descobrimos que ela tinha uma CIV de 6mm. Ficamos 10 dias internadas e voltamos, embora com remédios para o coração. A princípio fiquei sabendo que muitas crianças tiveram sopro no coração que fechou com medicamentos ou sozinho, conforme a criança crescia. Depois de uma semana em casa, ela tinha outra ecocardio para fazer. Nesse dia ela estava bem mal em casa. Ela fez a eco com a Dra. Isa e logo depois foi marcado um cateterismo para o ano seguinte 16/1/2018. Mas ela ficou internada já nesse dia da eco, pois estava descompensada da parte respiratória. Enfim ficamos mais 7 dias internadas e saímos no dia 20/12/2018. Voltamos em janeiro para internar e fazer o cateterismo. Ela realizou o cateterismo no dia 18/1/2018. Ficamos muito apreensivos, não sabíamos o que estava por vir. Ela teve uma para cardíaca fazendo o cate. Mas chegou à UTI estável. A Dra. Isa veio conversar comigo e com meu esposo que não poderia esperar mais pois estava com hipertensão pulmonar e teria que operar logo. Então, no dia 19/1/2018, ela fez a cirurgia do coração. Com apenas 7 meses entreguei meu bebê naquele centro cirúrgico para fazer a correção do seu coraçãozinho. Eu chorava e orava pedi para Deus um milagre. A cirurgia durou cerca de 4 horas e meia e foi um sucesso. No dia seguinte ela já estava extubada e aparentemente bem. Mas no 3º dia de cirurgia ela teve uma piora clínica que evoluiu para uma para cardíaca, quase que na minha frente. Então ela foi entubada novamente e dali foi muita luta. Ela teve mais 2 paradas cardíacas, pegou pneumonia, precisou fazer transfusão de sangue, pegou 2 bactérias... O coração já não batia, ele tremia e ela respirava 100% com ajuda de aparelhos e entrou em estado gravíssimo. Os médicos e enfermeiros, todos lutando para salvar a vida da minha pequena. Mas Deus estava na frente de tudo. Por fim tentaram fazer um cateterismo para abrir uma CIA para o coração ter uma porta de escape e assim ela não ter mais parada cardíaca. No dia do procedimento eu pedi muito a Deus que se fosse da vontade Dele ela faria. Então chegamos ao hospital pela manhã e tivemos a notícia que não seria possível fazer o cateterismo nela, pois o Dr. Léo tinha passado mal e sido internado. A Dra. Isa me disse: mãe, eu acho que foi Deus. Eu disse: eu tenho certeza, Dra. Isa. A partir dali ela começou a reagir aos medicamentos e depois de 1 mês entubada ela conseguiu sair da entubação. Depois de 49 dias internadas tivemos a tão sonhada alta hospitalar. O Hospital Pequeno Príncipe foi nossa segunda casa por muito tempo e ainda é. Temos muita gratidão por esse hospital e por todos que aí trabalham.

Vanessa Aparecida Fernandes Alves

Minha história dentro do Pequeno Príncipe não foi diferente da de muitas mães que passam por aí! Há 3 anos, minha pequena Mariana, de uma gestação gemelar, nasceu prematura, de 30 semanas. Após complicações, com 13 dias de vida, ela foi transferida para o PP! Lembro como se fosse hoje a espera na porta da UTI Neonatal, o medo, a angústia e certamente não imaginava tudo que passaria dentro daquelas paredes coloridas, com um dos temas mais lindos que já vi... o Pequeno Príncipe! Foram 5 longos meses, minha estrelinha teve diversas complicações e não resistiu! Mas até hoje me lembro dos dias vividos, das amizades que conquistei, conheci várias famílias, algumas acompanho os bebês hoje grandes. Não tenho palavras pra agradecer todas as técnicas de enfermagem, enfermeiras, o Dr. Sylvio, as médicas que acompanharam cada dia que a minha estrelinha esteve por aqui, sempre com palavras de consolo, conforto e amor! Por 5 meses a UTI Neo se tornou meu lar, pois um pedaço do meu coração estava lá! Fiz laços eternos, e mesmo não sendo possível salvar minha Mariana sei que todo o possível foi feito! Gratidão a essa equipe maravilhosa! Um forte abraço!

Amanda da Silva Oldenburg

Olá, sou o Cauã e tenho 12 anos! Com 8 anos fui diagnosticado com leucemia LLA e fui atendido muito bem pela Dra. Flora e toda sua equipe. Tive todas as complicações possíveis e sou um milagre de Deus, que agiu pelas mãos dos médicos do Hospital Pequeno Príncipe!! Hospital Pequeno Príncipe 100 anos, eu faço parte dessa história!!! Gratidão sempre!!

Cauã Marcon Lopes

Em julho de 2018 tive uma história com o Pequeno Príncipe muito linda. Tudo começou quando saíram umas manchas no meu rosto, meu cabelo caindo, muita febre. Eu não aguentava com o meu corpo, e já fazia semanas que eu estava com esses sintomas... Fui em muitos médicos aqui na minha cidade, mas ninguém descobria o que eu tinha. Quando foi numa quinta-feira de madrugada fui para Curitiba e na sexta-feira fui para uma consulta na emergência. Chegando ao consultório da médica, como em todo médico, ela pediu um relatório de tudo que já tinha acontecido e como tudo começou. Eu, meu pai e minha mãe contamos, e ela me examinou e ligou para a Dra. Luana, que falou que era pra internar. A doutora da emergência nos levou para uma salinha para esperar um quarto, deu um abraço muito apertado em mim e nos meus pais e começou a chorar. Passaram umas horinhas, fiz uns exames e daí passou um cara e falou: \"Boa tarde, vendedores\". Eu e meus pais ficamos meio perdidos né, aí ele voltou e perguntou meu nome e o nome dos meus pais, e disse: \"Sabe por que eu falei aquilo? Porque Deus falou que a prova vai ser grande, mas tudo vai passar e ele se orgulha muito da humildade do seu pai e da sua mãe, Alana\". Internei na sexta-feira, quando foi no sábado de manhã eu já não sabia quem eram meus pais, não enxergava nem conseguia falar. Aí quando foi 12h começaram as convulsões, minha família toda assustada, chorando, minha tia se trancou no banheiro e começou a orar muito, minha família orando muito. Meus pais desesperados pediam para as enfermeiras fazerem alguma coisa. Uma enfermeira, de muito bom coração, me deu uma dose de paracetamol, pois não estava aguentando ver o tamanho da minha dor... Quando foi no domingo, eu desacordada, minha doutora reumatologista, Dra. Christina Pelágio e Dra. Luana chegaram. Tinha uma mancha no meu peito, e quando viram aquela mancha elas deram na certa que ela lúpus eritematoso sistêmico. Meus órgãos tinham sido todos atingidos. Elas me levaram para a UTI e me deram um remédio que era pra fazer efeito em uma semana, mas ele fez efeito em 4 horas. Fiz exame de leucemia, pois eu poderia ter também. Depois de 3 dias, eu saí da UTI. Conforme passavam os dias, eu fui melhorando... Meu tratamento de início foi de 7 quimioterapias, mas chegou na quinta eu não precisei fazer mais... e tudo foi uma grande vitória pra mim. Hoje faz 1 ano e 7 meses que tenho lúpus e estou viva graças aos médicos do Pequeno Príncipe. Esses médicos foram meus anjos da guarda, e agradeço isso até hoje💓. Amo muito todos do Pequeno Príncipe 💓.

Alana Jorge Carneiro

Minha princesa Sarah, depois de quase um mês de febre intensa, foi internada no hospital com 5 meses e com 680mg/dl de glicose. Logo com 1 ano foi diagnosticado um erro genético raro. Com o passar dos anos não aconteceu tudo o que a doença provocaria, algumas coisas desapareceram e permaneceu a diabetes. Ela desenvolveu epilepsia grave de difícil controle e permanece aos cuidados da Dra. Mara Lúcia até hoje. Há sete anos fiz meu curso técnico em enfermagem e há cinco anos me dedico aos pequenos príncipes do hospital. A Sarah tem um atraso grande, mas está superbem com a graça de Deus.

Andreia dos Santos Segantin de Souza

Em janeiro de 1989, eu, com 40 dias de nascida, fui internada com uma grave infecção intestinal e passei 20 dias na UTI neo. Após esses 20 dias, eu já estava muito magra, debilitada, e minha família, com medo do pior acontecer, pediu liberação para me batizar. Os médicos liberaram, e dois dias após a saída já retornamos ao hospital, onde permaneci por mais de 20 dias. Lá passei mais de 40 dias internada e, com a graça de Deus, estou bem. Minha mãe só tem elogios ao hospital. Hoje, eu com meus 31 anos, trato meu filho no hospital. Meu filho tem epilepsia refratária, e recentemente fizemos a cirurgia da implantação do marca-passo cerebral para controle das crises. Muito obrigada, médicos, por toda essa dedicação e amor.

Ana Paula Tamburi de Lima Martins

Esses são Murilo e Eloisa. Os dois são irmãos e portadores de uma grave cardiopatia. Eles são atendidos pela equipe de cardiologia do HPP, passaram por cirurgia e têm atendimento contínuo no Pequeno Príncipe, onde sempre somos acolhidos muito bem. Minha eterna gratidão à equipe da UTI cardio, enfermaria cardio e a todos do Pequeno Príncipe.

Angelica Gonçalves

Em 2012 minha filha fez uma cirurgia de emergência e ficou 15 minutos com o coração parado. Ela tinha 6 meses e acharam uma massa no intestino dela. Aquele foi o pior dia da minha vida; pensei que tinha perdido o bem mais precioso da minha vida, mas graças à equipe médica e enfermeiras que ela pegou aquele dia não desistiram dela e conseguiram trazê-la de volta à vida. Foi 1 mês e meio lutando pra sobreviver, mas graças a Deus e a essa equipe maravilhosa hoje ela está aqui comigo, com 8 anos, linda, cheia de saúde e sem nenhuma sequela. Agradeço a todos que fazem parte do Pequeno Príncipe. Deus abençoe sempre cada um de vocês.

Kelly Priscila Pereira da Cruz

Para sempre terei gratidão a este hospital. Eu já não tinha esperanças, quando em dezembro de 2015 comecei a enviar e-mails com fotos do caso de meu filho, Benjamin, que nasceu com comunicação interventricular CIV. Ele já tinha sangue no pulmão, pesava cerca de apenas 6 quilos com 5 meses. Então, no começo de janeiro, houve um milagre: recebi um e-mail da equipe do Dr. Leonardo Mulinari me pedindo para ir a Curitiba. Rifamos câmera fotográfica, parentes ajudaram, e com a cara e esperança de o meu filho ser operado fomos para Curitiba. Sou de Campo Grande (MS) e só chegando aí entendi a grandeza e generosidade desse hospital incrível, que nos acolheu nas duas semanas em que ficamos internados com nosso anjinho. A cirurgia foi um sucesso. Os enfermeiros da UTI cardíaca, todos do hospital, sempre educados e acolhedores. Eterna gratidão, HPP! Obrigada e viva esse maravilhoso hospital. Graças aos cuidados e carinho de vocês, vejo meu príncipe crescer, caminhar, me dizer eu te amo.

Cimere Gonçalves de Farias

Eu me chamo Jeniffer e sempre tive o sonho de ser mãe, porém tive muita dificuldade; fiz tratamento e assim realizei meu sonho. Meu filho sempre foi sadio e sempre rápido em tudo. Até completar 1 ano, quando teve febre. O médico o internou, mas não diagnosticou nada. Moramos em uma cidade pequena, porém ele não andava bem e, no dia 2 de novembro de 2016, ele caiu; tinha 1 ano e quase 1 mês. Com a graça de Deus consultamos com Dr. Paulo, que trabalha no HPP, e fomos transferidos para lá. Que atendimento maravilhoso tivemos! Meu filho foi diagnosticado com meduloblastoma em estágio terminal, mas nos 2 meses em que ficamos com ele no HPP fomos muito bem acolhidos por todos. Só temos a agradecer de coração pelo que fizeram por nós. Hoje meu Paulo Henrique é um anjo lindo que cuida de todos nós. 💙

Jeniffer Elody Narok Diadio

Em 1990, quando eu tinha 9 meses, fui diagnosticada com retinoblastoma, sendo que virei paciente da Dra Flora. Foram muitas idas ao Hospital, quimioterapias e várias consultas. Anos depois realizei um sonho e virei voluntária do Hospital Pequeno Príncipe, local que me transformou e que me permitiu viver. Sou e serei eternamente grata pelo meu tratamento e por todo o carinho que recebo hoje no setor do Voluntariado. Amo incondicionalmente o Hospital.

Rhamille Kalil Domingues

Dou Graças a Deus por existir um lugar tão abençoado e com profissionais usados por Deus para sararem nossas crianças! Isso foi o que aconteceu com minha filha, que aos 6 anos precisou operar o coração, e Deus cuidou de todos os detalhes antes mesmo de ela nascer, me colocando para trabalhar num laboratório de válvulas cardíacas. Por lá trabalhei por 8 anos. Ao descobrir que minha filha precisava operar, tive toda ajuda necessária do médico dono da empresa, que já não trabalhava mais, Dr. Francisco Diniz Afonso da Costa, que fez todos os exames nela e detectou que precisava retirar uma membrana embaixo da sua válvula no coração, para que no futuro não tivesse que trocar a válvula, cirurgia essa que acompanhei por longos anos no Hospital Pequeno Príncipe por meio da empresa em que trabalhava. Já se passaram cinco anos da cirurgia e pela Graça de Deus minha filha Ana Carolina Fornari Maia Johann é uma criança ativa, saudável e feliz. Este é o retrato do sucesso de sua cirurgia. Ela treina tênis diariamente, de duas a três horas, e participa de vários campeonatos dentro e fora do estado.

Caruline Fornari Maia Johann

A nossa história só faz sentido com a sua

Algumas histórias compartilhadas aqui no hotsite viraram vídeos emocionantes. Assista e conheça a trajetória dessas pessoas que tiveram suas vidas transformadas pelo Pequeno Príncipe.



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Afinal, a nossa história só faz sentido com a sua!











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A criação, produção e divulgação da Campanha de 100 anos do Hospital Pequeno Príncipe só foi possível graças ao trabalho de parceiros comprometidos com a causa da saúde infantojuvenil.
Aqui, o nosso muito obrigado a todos que nos ajudaram a escrever mais um capítulo desta história em defesa da vida de milhares de meninos e meninas de todo o Brasil.



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