Nossa História

A história do Hospital Pequeno Príncipe começou em 1919, com a energia e a ousadia de um grupo de voluntárias e médicos que sonhou em construir um centro de saúde de excelência para todas as crianças. Este sonho foi ganhando apoiadores e se tornou realidade.

Hoje somos o maior hospital pediátrico do Brasil e completamos 100 anos oferecendo atendimentos em saúde em 32 especialidades, com excelência técnico-científica, equidade e humanização, a milhares de crianças e adolescentes de todo o Brasil.

Reconhecido como centro integrado de diagnóstico e tratamento e referência em Pediatria, o Pequeno Príncipe é uma instituição filantrópica e destina 70% da sua capacidade de atendimento ao SUS, enfrentando, assim, os desafios do subfinanciamento da saúde no país.

Somos gratos a toda a sociedade e a cada paciente, familiar, médico, profissional de saúde, colaborador, voluntário e apoiador por nos ajudar a escrever esses 100 anos de história de cuidado e amor à criança.


Histórias de quem tem muito o que viver


Há 100 anos, o Pequeno Príncipe ajuda a construir histórias de quem tem muito o que viver. Conheça, abaixo, algumas delas:


Eu e a minha filha, Mainã Valentina, somos gratas ao Hospital Pequeno Príncipe porque, se não fossem esses anjos aqui na terra, minha pequena não aguentaria viver. Ela é cardiopata congênita, e estamos na luta ainda, mas sabemos que venceremos. Ao hospital somos eternamente gratas!

Janaína Pereira

Nossa história com o Hospital Pequeno Príncipe teve início em 2008, quando nosso filho Pedro Augusto nasceu com cardiopatia congênita, fez um cateterismo diagnóstico e logo em seguida foi para cirurgia cardíaca de emergência, e na época só tinha 6 meses de vida. Foram dias bem difíceis, 16 dias de UTI, mais 25 de quarto. Estávamos longe de casa, mas vocês foram maravilhosos. Em 2010, precisamos retornar para cateterismo e nova cirurgia. Dessa vez foram menos dias, 15 dias ao todo. A esse hospital temos a maior gratidão, contribuímos mensalmente e oramos sempre para que Deus continue abençoando essa linda missão. Família agradecida!

Francieli Lautenschlager dos Santos Pimentel

Olá, me chamo Melissa Isadora, quando tinha 3 anos procuramos o Hospital às pressas, pois eu me senti mal, com muita dor de cabeça, febre alta, vômito... Chegamos e fomos muito bem atendidos. Fui diagnosticada com meningite viral. Melhorei e voltei pra casa. No ano seguinte, os mesmos sintomas. Mamãe estava desesperada e, novamente sem pensar, ela me levou a cerca de 100km pra procurar atendimento no Pequeno Príncipe. Após alguns dias de internamento, eu melhorei e agora estou muito bem. Agradecemos o ótimo atendimento de todos no Hospital. Obrigada por tudo!!!

Daniele Teclak e Melissa Isadora

Meu nome é Éveli, tenho 30 anos e fui internada diversas vezes quando criança, com pneumonia. Com 2 anos, após meu aniversário (24/11/1991), fui internada com meningite. Segundo contava minha mãe, Odilis Teresinha Santos da Silva (em memória), me deram 4 horas de vida, nas quais tentariam de toda forma me ajudar, mas eu poderia ter sequelas. Meu irmão lembra que rasparam minha cabeça e colocaram muitas agulhas por todo meu corpo. Vencemos! Sobrevivi! Sem nenhuma sequela. Canto na igreja, toco violino, aos 17 anos entrei na faculdade de Administração de Empresas, aos 18 passei no concurso da Sanepar, e hoje faço mestrado na UTFPR. Formei uma linda família com um casal lindo de filhos. Obrigada por me permitirem escrever todos esses capítulos da minha história.

Éveli Bianca da Silva de Almeida

Vou contar a história do meu filho, Juan, que com 8 meses foi diagnosticado com câncer maligno (neuroblastoma) entre o rim e o fígado. Com 1 ano e 3 meses, ele operou, e conseguiram tirar o tumor inteiro, e junto um pedaço do fígado e do rim, pois já estava criando raízes porque estava no estágio 3/4. Foi praticamente 1 ano de quimio e de internamento, mas graças a Deus e todos os médicos hoje ele está curado. Este ano, em fevereiro, ele recebeu alta, pois já se passaram os 5 anos de tratamento. Só o que tenho a dizer é obrigado, e que quem está passando por isso que tenha fé e acredite na vitória, que ela vem.

Chrystopher Sonny Rodrigues Mendes

Olá! Fui paciente do HPP entre 2006 e 2014. Tive um tumor na face direita, um rabdomiossarcoma, portanto consultava no setor da oncologia. Fiz quimioterapia durante dois anos, sessões de radioterapia. Consultava com a Dra. Flora e toda a equipe maravilhosa de lá. Tive algumas complicações, precisei fazer uma cirurgia de coluna para voltar a andar, devido ao uso excessivo de corticoides que me deixaram com osteoporose. Fiz cirurgia para reconstituir o tímpano, que também foi afetado durante o tratamento, entre outras várias cirurgias. Fiquei com paralisia facial e perda da audição direita. Também consultava no ortopedista, otorrino e endócrino. Fiquei internada durante vários meses no Pequeno Príncipe com minha mãe acompanhando. Sempre fomos muitíssimo bem cuidadas! Sou grata a este hospital por ter me curado, sou um verdadeiro milagre. Lá fiz muitas boas amizades, uma delas com o diretor José Álvaro Carneiro, que ia me levar desenhos, contar histórias, conversar e posteriormente dedicou o livro \"Colorindo as Flores, os Bichos e as Paisagens de Curitiba\" também em meu nome. Sou muita grata pelo gesto de carinho. No HPP eu nunca parei de estudar, tinha auxílio diário dos professores e voluntários que me aguçaram o gosto pela leitura. Atualmente tenho 23 anos, sou licenciada em ciências biológicas e curso um MBA em gestão. Em 2018 publiquei meu próprio livro. Ainda sigo tratando um outro tumor descoberto no final do meu tratamento no HPP, mas agora em um hospital para adultos. Agradeço imensamente os cuidados comigo!

Keyla Liebel

Olá, eu nasci com escoliose e desde 1989 eu me tratava no Hospital Pequeno Príncipe. Fiquei durante anos da minha vida fazendo exames e consulta. Me lembro bem dessa época, tenho como maior lembrança dois médicos que foram muito importantes: Dra. Dulce e Dr. Luiz Eduardo. Até os 12 anos foi só acompanhamento, mas a partir dessa idade minha coluna começou a curvar mais, então resolveram fazer a cirurgia. Fiquei uma semana internada no hospital, onde fui muito bem tratada por todos, uma excelente equipe. Fiquei seis meses com gesso e foi uma fase supercomplicada, ainda mais pra uma adolescente, mas isso sempre me deu força pra lutar mais. Com 15 anos eles me liberaram do hospital. Hoje quem me vê acha que eu nunca passei por isso, não aparenta que eu tenho escoliose de tão benfeita que foi a cirurgia. Hoje tenho dois filhos. A cada médico que eu vou em minha cidade, eles me falam que nunca viram uma cirurgia que não tem pino na coluna🙏👏👏👏. Agradeço sempre a Deus por ter colocado o Hospital Pequeno Príncipe em meu caminho.

Fernanda Silva Haiduk

Em outubro de 2018, Isaac teve meningite viral e ficou internado no HPP sob os cuidados do excelente Dr. Victor Horácio. Vivemos dias de tensão, aliviados por momentos na brinquedoteca e no projeto de teatro. Fomos muito bem atendidos e orientados. Seremos eternamente gratos a todos os profissionais do Pequeno Príncipe.

Eliete de Lara Constante Serafim

O Pequeno Príncipe faz parte da minha história. Há 16 anos, fui paciente, desde os meus primeiros meses de vida. Passei por 8 cirurgias. Sinto saudades daquele lugar. Hoje sou grata a Deus, meus pais e ao Pequeno Príncipe, que fez minha vida ser melhor, independentemente das dificuldades. Ficaram apenas as cicatrizes marcadas como lembranças das vitórias que alcancei nesse lugar, além de comprovar as histórias que tenho para contar... Passar por momentos que tornam difícil nossa vida só nos faz refletir o quão especial nós somos, porque ninguém conseguiria enfrentar o que já enfrentamos, e ainda temos pessoas que fizeram parte da nossa vida e que reconhecem e sempre dizem “ninguém passaria o que você passou”... Às vezes paro no tempo e bate aquela saudade enorme. Mais ao mesmo tempo eu jamais quero voltar como paciente, algo que ninguém quer, mas tenho sonhos desde criança quando observava a rotina daquele hospital e sei que posso tornar ele realidade... Observava aquele piano na chegada e queria correr tocar, mas não sabia (rsrs). Mas agora você, Pequeno Príncipe, me aguarde. Como você fez a minha vida ser mais forte e cheia de esperança, eu coloco todas essas forças e esperança no meu SONHO...

Élida Kawane da Silva Moraes

No dia 24 de dezembro de 2019, levei o maior susto da minha vida. Helena, com 10 meses, teve convulsão, e logo a levamos ao HPP, onde foi diagnosticado meningite. E começou nossa luta, pois seu quadro foi se agravando, e Dr. Vitor, infectologista, a transferiu pra UTI, já entrando como encefalite. Ficamos 6 dias na UTI e 3 no quarto, e fomos pra casa. Percebendo em casa que Helena estava perdendo movimentos, procuramos a sensacional Dra. Marina, infectologista, que pediu novamente internamento imediato. Havia alteração na ressonância sugestiva de doença mitocondrial, acompanhada pela sensacional Dra. Mara Lúcia para realização de exames, todos estando normais. Realizado sequenciamento do genoma pra descoberta de doença genética, deu bom também. Graças a Deus, às maravilhosas doutoras que acompanharam minha pequena e ao Hospital Pequeno Príncipe, ela está superbem. Parabéns a todos.

Eliane Oliveira

Jeferson, com apenas 2 anos de idade, já carrega uma grande história, e o Hospital Pequeno Príncipe faz parte de nossas vidas desde os 2 meses de vida dele, quando tudo começou ao descobrirmos um problema no coração dele. Começamos seu acompanhamento e com apenas 9 meses de idade entreguei ele à equipe do Dr. Fábio para sua operação, e sou grata a toda equipe da cardiologia, UTI e enfermeiras, e ao Dr. Renato, que o acompanha até hoje. O Hospital Pequeno Príncipe é cheio de pessoas preparadas para cuidar das nossas crianças. Hoje ainda acompanhamos em mais três especialidades, mas todas com muito carinho. Que Deus abençoe cada um e que venham mais 100 anos!

Jeniffer Costa dos Santos

Me chamo Heloisa Manuella Schulz. Quando nasci, no dia 27/3/2019, fui para o Hospital Pequeno Príncipe por aspirar leite, com 1 mês, e fiquei na UTI neonatal no 3º andar. Fui muito bem atendida pelos enfermeiros e toda a equipe médica. Um mês depois voltei pro hospital e novamente fui pra outra UTI, com 2 meses, com pneumonia. E agora o Hospital Pequeno Príncipe já é a minha segunda casa, assim como foi pro meu pai, Mauricio Schulz, que frequentava quando era recém-nascido. Hoje posso dizer que eu, Heloisa, fui uma vitoriosa e guerreira, tudo graças ao meu pai e ao meu avô, médico do Hospital Pequeno Príncipe. Obrigada a você, meu avô, e todos os enfermeiros e médicos que me cuidaram.

Heloisa e Mauricio Schulz

A nossa história só faz sentido com a sua

Algumas histórias compartilhadas aqui no hotsite viraram vídeos emocionantes. Assista e conheça a trajetória dessas pessoas que tiveram suas vidas transformadas pelo Pequeno Príncipe.



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Afinal, a nossa história só faz sentido com a sua!











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A criação, produção e divulgação da Campanha de 100 anos do Hospital Pequeno Príncipe só foi possível graças ao trabalho de parceiros comprometidos com a causa da saúde infantojuvenil.
Aqui, o nosso muito obrigado a todos que nos ajudaram a escrever mais um capítulo desta história em defesa da vida de milhares de meninos e meninas de todo o Brasil.



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