Nossa História

A história do Hospital Pequeno Príncipe começou em 1919, com a energia e a ousadia de um grupo de voluntárias e médicos que sonhou em construir um centro de saúde de excelência para todas as crianças. Este sonho foi ganhando apoiadores e se tornou realidade.

Hoje somos o maior hospital pediátrico do Brasil e completamos 100 anos oferecendo atendimentos em saúde em 32 especialidades, com excelência técnico-científica, equidade e humanização, a milhares de crianças e adolescentes de todo o Brasil.

Reconhecido como centro integrado de diagnóstico e tratamento e referência em Pediatria, o Pequeno Príncipe é uma instituição filantrópica e destina 70% da sua capacidade de atendimento ao SUS, enfrentando, assim, os desafios do subfinanciamento da saúde no país.

Somos gratos a toda a sociedade e a cada paciente, familiar, médico, profissional de saúde, colaborador, voluntário e apoiador por nos ajudar a escrever esses 100 anos de história de cuidado e amor à criança.


Histórias de quem tem muito o que viver


Há 100 anos, o Pequeno Príncipe ajuda a construir histórias de quem tem muito o que viver. Conheça, abaixo, algumas delas:


Em 1990, quando eu tinha 9 meses, fui diagnosticada com retinoblastoma, sendo que virei paciente da Dra Flora. Foram muitas idas ao Hospital, quimioterapias e várias consultas. Anos depois realizei um sonho e virei voluntária do Hospital Pequeno Príncipe, local que me transformou e que me permitiu viver. Sou e serei eternamente grata pelo meu tratamento e por todo o carinho que recebo hoje no setor do Voluntariado. Amo incondicionalmente o Hospital.

Rhamille Kalil Domingues

Dou Graças a Deus por existir um lugar tão abençoado e com profissionais usados por Deus para sararem nossas crianças! Isso foi o que aconteceu com minha filha, que aos 6 anos precisou operar o coração, e Deus cuidou de todos os detalhes antes mesmo de ela nascer, me colocando para trabalhar num laboratório de válvulas cardíacas. Por lá trabalhei por 8 anos. Ao descobrir que minha filha precisava operar, tive toda ajuda necessária do médico dono da empresa, que já não trabalhava mais, Dr. Francisco Diniz Afonso da Costa, que fez todos os exames nela e detectou que precisava retirar uma membrana embaixo da sua válvula no coração, para que no futuro não tivesse que trocar a válvula, cirurgia essa que acompanhei por longos anos no Hospital Pequeno Príncipe por meio da empresa em que trabalhava. Já se passaram cinco anos da cirurgia e pela Graça de Deus minha filha Ana Carolina Fornari Maia Johann é uma criança ativa, saudável e feliz. Este é o retrato do sucesso de sua cirurgia. Ela treina tênis diariamente, de duas a três horas, e participa de vários campeonatos dentro e fora do estado.

Caruline Fornari Maia Johann

Era uma madrugada fria de agosto de 1984, de sexta para sábado, chovia e às 4h minha filha de 3 anos acordou e, na beira na nossa cama, falou que estava com dor de cabeça. Minha esposa levantou e disse que iria levá-la ao médico. Eu, cansado depois de uma semana de trabalho duro e cansativo, falei que não era nada e que pela manhã nós iríamos ver. Ela disse que iria sozinha, então. Claro que levantei, muito a contragosto. Na época tínhamos um plano executivo de um hospital. Chegando lá uma médica de plantão atendeu muito contrariada pelo horário e falou que era um resfriado, receitou alguma coisa e mandou irmos para casa. Minha esposa não aceitou e pediu para ser atendida por outro médico. Foi um escândalo, mas chamaram outro médico e aí sim ele fez um exame completo e falou que não era nada, que deveria ser um resfriado, pois o tempo estava horrível. Ela me falou que não iria para casa e sim pro Pequeno Príncipe. Quando chegamos prontamente fomos atendidos. O médico que atendeu baixou a cabecinha dela até o peito e me falou: pai, você tem coragem? Perguntei por quê? Ele respondeu: vou ter que tirar líquido da coluna dela e você vai ter que ajudar. Falei: bem, vamos, não tem outro jeito mesmo. Depois da coleta, ele levantou o vidro contra luz e falou: meningite. Temos que interná-la agora. Meu neto só está aqui agora graça à equipe deste hospital maravilhoso. Nem toda minha gratidão poderá pagar pela vida da minha filha e agora de meu neto. Um simples obrigado não é suficiente para agradecer.

Jorge Santos

Em 2017 meu filho teve púrpura trombocitopênica, as plaquetas abaixo de 3 mil, já estava com hemorragias muito graves. Moro longe, em uma cidade pequena que não tem hospital, apenas posto de saúde. No dia não tinha médico no posto. Coloquei meu filho no carro e, sem pensar, fui parar no pronto-socorro do HPP, onde de imediato fui atendida. Meu filho ficou internado 5 dias e está em tratamento até hoje por conta de algumas intercorrências que a púrpura desencadeou. Só tenho a agradecer a Deus e a todos do HPP pelo excelente atendimento em todas as especialidades pelas quais passei. É de um carinho, um cuidado em fazer sempre o melhor que me sinto segura, sei que meu filho está em boas mãos e que farão todo o possível para curá-lo. Essa segurança acalma o coração, traz um pouco de paz e tranquilidade nessa rotina de hospital que na maioria das vezes é sofrida e cansativa. Deixo aqui o meu muito obrigada a todos do HPP, que Deus os abençoe sempre!

Lidiane Westley Bouard

Desde o ventre materno, minha filha foi diagnosticada com um cisto no colédoco. Esse, a princípio, não nos trouxe grande preocupação muito devido à orientação médica que recebemos então. Contudo, após seu nascimento, o cisto foi aumentando e trazendo riscos à nossa princesa. Quis o destino que cruzássemos nossa vida com a Dra. Sandra Schuler, que num gesto iluminado nos encaminhou ao Hospital Pequeno Príncipe. O HPP, com toda sua estrutura, nos atendeu maravilhosamente bem. Agendou-se a cirurgia, a qual ficou a cargo da Dra. Elisangela Mattos. Chegando a data estabelecida, deu-se o procedimento – e confesso que foram as cinco horas mais agonizantes de nossa vida –; ali houve uma mistura de medo e esperança, pois nossa filha estava sendo operada no \"melhor hospital do mundo\". E, para confirmar o que disse, tudo ocorreu bem! Minha pequena Lavínia ficou uns 9 dias internada em recuperação, tempo suficiente para conhecer um pouco a realidade desse hospital maravilhoso. Ali, em meio a angústias e dores, em meio a UTIs e enfermarias, tecemos amizades, choramos, sorrimos... Recuperamos mais que a saúde de nossos filhos e filhas; recuperamos nossa humanidade, pois cada criança que ali estava também, de certa forma, era um pouco nossa filha também. Parabéns, Hospital Pequeno Príncipe, pelos seus 100 anos de história. Histórias estas tristes para alguns e felizes para muitos. Depois de tudo que fizestes para minha filha, me sinto um pouco parte desses 100 anos, pois como diz o livro homônimo: \"Tu te tornas responsável por aquilo que cativas\". Cativaste-nos eternamente. Obrigado por tudo!

Cristian Elias Araújo

Minha filha Maria Valentina Merege Ribeiro, na data do internamento com 3 anos e 10 meses, foi encaminhada ao Pequeno Príncipe com suspeita de vasculite (infecção nos pequenos vasos sanguíneos). Foi tudo muito subitamente, começando com manchas pequenas e avermelhadas na região das pernas. Antibióticos não surtiam efeito e não há reumatologista infantil em nossa cidade. Demos entrada no hospital, consultamos com a atenciosa Dra. Luciane e posteriormente ficamos internados para sequência de exames. Toda equipe médica é simplesmente fantástica, fez todo tipo de exame, teve paciência, carinho com o paciente, e o diagnóstico foi confirmado como vasculite PAM. Só tenho a agradecer por toda equipe médica, a reumatologista que acompanha mensalmente minha filha, Dra. Márcia Bandeira, as meninas da copa, cozinha, limpeza, todas muito queridas. Gratidão a Deus por fazer que nós levássemos nossa filha até vocês. A todos os anjos que compõem esta equipe, muito obrigada.

Iris Marcele Merege Ribeiro

Meu filho Davi, quando tinha 4 meses, começou com episódios de vômito febre e diarreia. Eu o levava a outros hospitais e falavam que era apenas uma virose, então tomava remédios e nada melhorava. Aí o levamos ao Hospital Pequeno Príncipe, onde foram feitos vários exames, e Davi foi diagnosticado com uma grave infecção intestinal. Seriam apenas 7 dias de antibiótico, mas ele não melhorava, começou a ter convulsões e outras infecções, aí começaram uma investigação e foram descobertos seus problemas de saúde. Foram 2 meses e meio em internamento para descobrir exatamente o que meu filho tinha. Foram necessárias cirurgias no intestino. Médicos e enfermeiros se dedicaram totalmente ao meu filho, foram dias angustiantes em UTI, mas eu sabia que meu filho estava em boas mãos com ótimos profissionais e em um hospital maravilhoso, onde há amor, carinho e muito cuidado em cada detalhe. Agradeço muito ao Hospital Pequeno Príncipe, pois hoje meu filho está vivo graças a Deus e a um hospital de excelente qualidade em atendimento e cuidado. Ele ainda faz tratamentos aí e continuamos sendo tratados com todo amor e carinho. Que Deus continue abençoando esse hospital.

Tatiana Aparecida Sobenk Brand

Minha história com o HPP começou em maio de 2011. Minha filha Letícia, na época com 5 anos, reclamava muito de dores de cabeça, e eu a levava a médicos e hospitais e me diziam que ela estava com sinusite, mas fazíamos o tratamento e não melhorava; ela só piorava. No dia 12/5/2011, eu a levei ao HPP. Em uma conversa com Deus, pedi para que ele colocasse um médico abençoado para descobrir o que minha filha tinha. Na verdade, foi uma médica, infelizmente não lembro o nome dela, mas ela foi muito carinhosa, atenciosa e fez os exames necessários, e descobrimos que minha filha estava com meningite. Logo foi internada, foram 9 dias no hospital recebendo o tratamento e o carinho dos médicos, enfermeiros e toda a equipe que vai até o hospital para alegrar os nossos dias. Até hoje eu tenho um quadro que fizemos no hospital, e sempre que olho aquele quadro lembro tudo o que passamos, e hoje dou graças a Deus pela cura da minha filha e por esse hospital maravilhoso. Hoje ela está com 13 anos em plena saúde. Obrigada, HPP, pelo carinho não só conosco, mas com todas as pessoas que passam aí diariamente. Deus abençoe vocês.

Alessandra Sostak

Em 30/12/1987, eu tinha 23 anos. Minha filha nasceu na Maternidade Curitiba, prematura de 7 meses, com 2kg30, ficou dez dias na incubadora e teve alta. Fomos pra casa com uma bebezinha que para eu pegar tinha de pôr um travesseiro ou almofada porque era muito pequena. Estávamos em casa havia uns 30 dias e, na medida do possível, tudo corria bem até que num domingo, um pouco antes do almoço, eu senti umas bolinhas no meu pescoço. Isso era varicela, sim minha gente, eu peguei varicela na dieta e com uma bebê que precisava de muitos cuidados. Fomos pra casa da minha mãe e a partir desse dia fiquei longe dela, porque o médico disse que ela não poderia pegar a doença de jeito nenhum, senão não aguentaria. Passaram-se alguns dias, não lembro exatamente quantos, e ela começou a passar mal. Meu pai e minha cunhada a levaram ao Pequeno Príncipe e, após a consulta, ela foi diagnosticada com desidratação. Precisou ficar internada, e eu nem podia visitar minha filha por causa da varicela. Após alguns dias, ela pegou uma infecção intestinal muito grave e foi nesse momento que achamos que perderíamos nossa filha. Assim que pude, já fui pro hospital e fiquei lá por muito tempo. O Dr. Danilo era o médico que cuidava dela, não teve uma veinha no corpo da minha filha que não foi furada pra tomar medicamentos, pois as veias não aguentavam e assim tinham de ir pegando outras. Rezei muito, com todo o desespero de uma mãe, mas como Deus e Nossa Senhora Aparecida ouviram nossos pedidos, os dias foram passando e as coisas se acalmando, os remédios fazendo o efeito esperado e ela reagindo. Graças a Deus, depois de muito tempo dentro do hospital, tive uma ótima notícia: o Dr. Danilo me disse que se ela se mantivesse assim durante três dias poderia ir embora, e foi isso que aconteceu. Alguns anos depois, acho que uns oito anos, voltamos lá pra uma consulta e foi o mesmo médico que a atendeu. Ele disse: sabia que você cabia na minha mão? Pois é, hoje minha filha está com quase 32 anos. Agradeço ao hospital, aos médicos e todas as enfermeiras que me deram tanta força naquele momento.

Rosangela de Fátima Sousa

Quero agradecer a Deus, por ter me dado minha filha, e a toda a equipe do Hospital Pequeno Príncipe, por ter dado a ela um tratamento digno. Nesse mês de outubro, minha filha completou 22 anos de idade. Eu a adotei com 4 meses, e ela realizou meu sonho de ser mãe, mas para minha tristeza e a do meu marido nossa filha começou a ter muita febre. Fazia dois dias que ela estava com a gente, então eu e meu marido não pensamos duas vezes e fomos direto ao Hospital Pequeno Príncipe. Chegamos lá e minha filha recebeu todo o suporte de que precisou. Estava com broncopneumonia e desidratação, por isso ficou internada sete dias. Me lembro das palavras do médico que cuidou dela, porque ele me deu muitas broncas por eu ter fumado na gravidez. Esperei ele falar, aí consegui me explicar. Disse que fazia dois dias que tinha adotado a minha filha. O doutor ficou sem palavras, chamou uma psicóloga para me acompanhar até o quarto, e ali ficamos conversando. Ela me falou uma coisa que até hoje e enquanto eu viver vou lembrar, me disse assim: sua filha precisa de muito amor, porque o amor cura tudo. Minha filha, graças a Deus, tem muita saúde. Gratidão eterna a essa instituição e a toda a equipe do Hospital Pequeno Príncipe. Deus os abençoe.

Jaqueline do Carmo Cavalli

Parabéns ao Hospital Pequeno Príncipe! Há 53 anos, quando o Hospital Pequeno Príncipe não era Pequeno Príncipe, e sim Hospital Cesar Perneta, eu – com 45 dias de vida – fui operado do lábio leporino e do céu da boca pela equipe do Dr. Vasconcelio Coelho e, depois, pela Dra. Maria Soares. Foram mais 11 cirurgias somente neste hospital. Por algumas vezes fiquei ali internado aguardando a cirurgia, outras vezes fiquei ali me recuperando das cirurgias. Lembro uma vez, época de pinhão, eu estava internado em uma das enfermarias, tinha passado recentemente por uma cirurgia, quando catei no quintal do hospital pinhões (naquela época havia pinheiro na frente do hospital, não sei se tem hoje ainda), enfim... catei os pinhões e sapequei em um fogareiro elétrico e comi. Pensa no resultado... os pontos se abriram e tive de voltar para a sala de cirurgia dar novos pontos. Sou muito grato a essa instituição, que tanto fez por mim e pelas pessoas de todo o Brasil. Nestes 53 anos, já casei, já levei várias vezes meus filhos a esse hospital, o meu filho já operou o joelho. Parabéns ao Hospital Cesar Perneta que conheci. Parabéns ao Hospital Pequeno Príncipe com o qual convivi nestes anos da minha vida. Parabéns a toda equipe de médicos, enfermeiros, auxiliares, voluntários, limpeza, manutenção..., a todos que fazem desta instituição o que é hoje. Com carinho, um grande abraço a todos!

Joao Batista Piana

Minha filha nasceu no dia 17 de março de 1997. Com 35 dias de nascida, foi levada para uma consulta de emergência no Hospital Pequeno Príncipe, pois estava com o coraçãozinho disparado e a respiração ofegante. Após ser examinada, precisou ficar internada na UTI para receber o tratamento necessário. Segundo o diagnóstico, poderia ser sopro no coraçãozinho. Chorei muito por ter de deixar minha filha internada e por saber que iriam raspar seu cabelinho. Sabendo disso, a equipe que nos atendeu se comprometeu a preservar os cabelos. Aplicaram o soro nos bracinhos. No outro dia de manhã, ao chegar para visitá-la, recebi a boa notícia que poderia levá-la pra casa, sua saúde estava bem e precisavam da vaga para uma recém-nascida que foi encontrada no lixão em Curitiba. Com muito carinho vestiram minha princesinha com o pijaminha do hospital e me emprestaram um cobertorzinho. Muito alegre retornei para casa com minha princesa, mas antes passei na feirinha e comprei um gorrinho de lã, pois além do frio ventava muito. Hoje ela está com 22 anos. Seu nome é Anaile Otilio Furman. Há três anos trabalha no Hospital Pequeno Príncipe no setor de novos projetos. Parabéns, Hospital Pequeno Príncipe! E obrigada por fazer parte da nossa vida!!!

Leoni Otilio

A nossa história só faz sentido com a sua

Algumas histórias compartilhadas aqui no hotsite viraram vídeos emocionantes. Assista e conheça a trajetória dessas pessoas que tiveram suas vidas transformadas pelo Pequeno Príncipe.



Compartilhe a sua história

O Hospital Pequeno Príncipe fez ou faz parte de algum momento importante da sua vida? Então aproveite este espaço e compartilhe a sua história por meio de texto, foto(s) ou vídeo.
Afinal, a nossa história só faz sentido com a sua!











- Escolha um local com boa iluminação e sem ruídos
- Vire o seu celular na horizontal para gravar
- Grave o seu depoimento com até, no máximo, 1 minuto. Comece dizendo o seu nome, a cidade de onde você fala e conte a sua história com o Hospital Pequeno Príncipe.

- Escolha ou faça foto(s), preferencialmente, na horizontal
- Envie, no máximo, 6 fotos (em arquivos .JPG ou .PNG), com boa resolução
- Lembre-se: a(s) foto(s) deve(m) ser acompanhada(s) do depoimento, em que você relata qual a sua história com o Hospital Pequeno Príncipe

- Escreva um relato da sua história com o Pequeno Príncipe

- Escreva um relato da sua história com o Pequeno Príncipe

Doe agora

Doando a partir de R$1,00 por dia, você contribui para salvar milhares de vidas e nos ajuda a construir os próximos 100 anos do Pequeno Príncipe, o maior hospital pediátrico do Brasil.

Faça já a sua doação e, juntos, vamos escrever os próximos capítulos dessa história de cuidado e amor à criança.




Apoiadores da campanha de 100 anos:



A criação, produção e divulgação da Campanha de 100 anos do Hospital Pequeno Príncipe só foi possível graças ao trabalho de parceiros comprometidos com a causa da saúde infantojuvenil.
Aqui, o nosso muito obrigado a todos que nos ajudaram a escrever mais um capítulo desta história em defesa da vida de milhares de meninos e meninas de todo o Brasil.



Opus Múltipla

Deiró
Ernest Photography
Sky
Kinoplex
HouseCricket
RPC
Lumen
98FM
RIC

Editora 3
89 FM
ASR
Ativa Multicanal
Band TV
B.Drops
Carta Capital
Coletiva
Grupo Coruja
Dual Mídia
Eletromídia
Feed TV
Flix Media
Folha de Londrina
Folha do Litoral
Grupo Abril
Grupo Fredizak
Grupo Jchebly
idooh
inTaxi Media
ISTOÉ
ISTOÉ Dinheiro
Jornal do Rebouças
Kallas
M8k TV
Materlife
Midiaplan
Nesto
Nova Brasil
Outdoor Mídia
R2ooH
REDEMIDIA TV
Rede TV
Revista em Condomínio
Revista Voi
Triunfo Instituto
Ymdia
Cabral
Impacto Propaganda
Margeon
Seedtag
Tmidia
29 Horas
CBN Maringa
Cidade FM
Classica FM
GMC online
GMC
Hoje News
Info TV
Maringa FM
Mix FM
O Mensageiro
O Paraná
Radio Evangelizar
O Pitoco
Santa Monica