Nossa História

A história do Hospital Pequeno Príncipe começou em 1919, com a energia e a ousadia de um grupo de voluntárias e médicos que sonhou em construir um centro de saúde de excelência para todas as crianças. Este sonho foi ganhando apoiadores e se tornou realidade.

Hoje somos o maior hospital pediátrico do Brasil e completamos 100 anos oferecendo atendimentos em saúde em 32 especialidades, com excelência técnico-científica, equidade e humanização, a milhares de crianças e adolescentes de todo o Brasil.

Reconhecido como centro integrado de diagnóstico e tratamento e referência em Pediatria, o Pequeno Príncipe é uma instituição filantrópica e destina 70% da sua capacidade de atendimento ao SUS, enfrentando, assim, os desafios do subfinanciamento da saúde no país.

Somos gratos a toda a sociedade e a cada paciente, familiar, médico, profissional de saúde, colaborador, voluntário e apoiador por nos ajudar a escrever esses 100 anos de história de cuidado e amor à criança.


Histórias de quem tem muito o que viver


Há 100 anos, o Pequeno Príncipe ajuda a construir histórias de quem tem muito o que viver. Conheça, abaixo, algumas delas:


Esses são Murilo e Eloisa. Os dois são irmãos e portadores de uma grave cardiopatia. Eles são atendidos pela equipe de cardiologia do HPP, passaram por cirurgia e têm atendimento contínuo no Pequeno Príncipe, onde sempre somos acolhidos muito bem. Minha eterna gratidão à equipe da UTI cardio, enfermaria cardio e a todos do Pequeno Príncipe.

Angelica Gonçalves

Em 2012 minha filha fez uma cirurgia de emergência e ficou 15 minutos com o coração parado. Ela tinha 6 meses e acharam uma massa no intestino dela. Aquele foi o pior dia da minha vida; pensei que tinha perdido o bem mais precioso da minha vida, mas graças à equipe médica e enfermeiras que ela pegou aquele dia não desistiram dela e conseguiram trazê-la de volta à vida. Foi 1 mês e meio lutando pra sobreviver, mas graças a Deus e a essa equipe maravilhosa hoje ela está aqui comigo, com 8 anos, linda, cheia de saúde e sem nenhuma sequela. Agradeço a todos que fazem parte do Pequeno Príncipe. Deus abençoe sempre cada um de vocês.

Kelly Priscila Pereira da Cruz

Para sempre terei gratidão a este hospital. Eu já não tinha esperanças, quando em dezembro de 2015 comecei a enviar e-mails com fotos do caso de meu filho, Benjamin, que nasceu com comunicação interventricular CIV. Ele já tinha sangue no pulmão, pesava cerca de apenas 6 quilos com 5 meses. Então, no começo de janeiro, houve um milagre: recebi um e-mail da equipe do Dr. Leonardo Mulinari me pedindo para ir a Curitiba. Rifamos câmera fotográfica, parentes ajudaram, e com a cara e esperança de o meu filho ser operado fomos para Curitiba. Sou de Campo Grande (MS) e só chegando aí entendi a grandeza e generosidade desse hospital incrível, que nos acolheu nas duas semanas em que ficamos internados com nosso anjinho. A cirurgia foi um sucesso. Os enfermeiros da UTI cardíaca, todos do hospital, sempre educados e acolhedores. Eterna gratidão, HPP! Obrigada e viva esse maravilhoso hospital. Graças aos cuidados e carinho de vocês, vejo meu príncipe crescer, caminhar, me dizer eu te amo.

Cimere Gonçalves de Farias

Eu me chamo Jeniffer e sempre tive o sonho de ser mãe, porém tive muita dificuldade; fiz tratamento e assim realizei meu sonho. Meu filho sempre foi sadio e sempre rápido em tudo. Até completar 1 ano, quando teve febre. O médico o internou, mas não diagnosticou nada. Moramos em uma cidade pequena, porém ele não andava bem e, no dia 2 de novembro de 2016, ele caiu; tinha 1 ano e quase 1 mês. Com a graça de Deus consultamos com Dr. Paulo, que trabalha no HPP, e fomos transferidos para lá. Que atendimento maravilhoso tivemos! Meu filho foi diagnosticado com meduloblastoma em estágio terminal, mas nos 2 meses em que ficamos com ele no HPP fomos muito bem acolhidos por todos. Só temos a agradecer de coração pelo que fizeram por nós. Hoje meu Paulo Henrique é um anjo lindo que cuida de todos nós. 💙

Jeniffer Elody Narok Diadio

Em 1990, quando eu tinha 9 meses, fui diagnosticada com retinoblastoma, sendo que virei paciente da Dra Flora. Foram muitas idas ao Hospital, quimioterapias e várias consultas. Anos depois realizei um sonho e virei voluntária do Hospital Pequeno Príncipe, local que me transformou e que me permitiu viver. Sou e serei eternamente grata pelo meu tratamento e por todo o carinho que recebo hoje no setor do Voluntariado. Amo incondicionalmente o Hospital.

Rhamille Kalil Domingues

Dou Graças a Deus por existir um lugar tão abençoado e com profissionais usados por Deus para sararem nossas crianças! Isso foi o que aconteceu com minha filha, que aos 6 anos precisou operar o coração, e Deus cuidou de todos os detalhes antes mesmo de ela nascer, me colocando para trabalhar num laboratório de válvulas cardíacas. Por lá trabalhei por 8 anos. Ao descobrir que minha filha precisava operar, tive toda ajuda necessária do médico dono da empresa, que já não trabalhava mais, Dr. Francisco Diniz Afonso da Costa, que fez todos os exames nela e detectou que precisava retirar uma membrana embaixo da sua válvula no coração, para que no futuro não tivesse que trocar a válvula, cirurgia essa que acompanhei por longos anos no Hospital Pequeno Príncipe por meio da empresa em que trabalhava. Já se passaram cinco anos da cirurgia e pela Graça de Deus minha filha Ana Carolina Fornari Maia Johann é uma criança ativa, saudável e feliz. Este é o retrato do sucesso de sua cirurgia. Ela treina tênis diariamente, de duas a três horas, e participa de vários campeonatos dentro e fora do estado.

Caruline Fornari Maia Johann

Era uma madrugada fria de agosto de 1984, de sexta para sábado, chovia e às 4h minha filha de 3 anos acordou e, na beira na nossa cama, falou que estava com dor de cabeça. Minha esposa levantou e disse que iria levá-la ao médico. Eu, cansado depois de uma semana de trabalho duro e cansativo, falei que não era nada e que pela manhã nós iríamos ver. Ela disse que iria sozinha, então. Claro que levantei, muito a contragosto. Na época tínhamos um plano executivo de um hospital. Chegando lá uma médica de plantão atendeu muito contrariada pelo horário e falou que era um resfriado, receitou alguma coisa e mandou irmos para casa. Minha esposa não aceitou e pediu para ser atendida por outro médico. Foi um escândalo, mas chamaram outro médico e aí sim ele fez um exame completo e falou que não era nada, que deveria ser um resfriado, pois o tempo estava horrível. Ela me falou que não iria para casa e sim pro Pequeno Príncipe. Quando chegamos prontamente fomos atendidos. O médico que atendeu baixou a cabecinha dela até o peito e me falou: pai, você tem coragem? Perguntei por quê? Ele respondeu: vou ter que tirar líquido da coluna dela e você vai ter que ajudar. Falei: bem, vamos, não tem outro jeito mesmo. Depois da coleta, ele levantou o vidro contra luz e falou: meningite. Temos que interná-la agora. Meu neto só está aqui agora graça à equipe deste hospital maravilhoso. Nem toda minha gratidão poderá pagar pela vida da minha filha e agora de meu neto. Um simples obrigado não é suficiente para agradecer.

Jorge Santos

Em 2017 meu filho teve púrpura trombocitopênica, as plaquetas abaixo de 3 mil, já estava com hemorragias muito graves. Moro longe, em uma cidade pequena que não tem hospital, apenas posto de saúde. No dia não tinha médico no posto. Coloquei meu filho no carro e, sem pensar, fui parar no pronto-socorro do HPP, onde de imediato fui atendida. Meu filho ficou internado 5 dias e está em tratamento até hoje por conta de algumas intercorrências que a púrpura desencadeou. Só tenho a agradecer a Deus e a todos do HPP pelo excelente atendimento em todas as especialidades pelas quais passei. É de um carinho, um cuidado em fazer sempre o melhor que me sinto segura, sei que meu filho está em boas mãos e que farão todo o possível para curá-lo. Essa segurança acalma o coração, traz um pouco de paz e tranquilidade nessa rotina de hospital que na maioria das vezes é sofrida e cansativa. Deixo aqui o meu muito obrigada a todos do HPP, que Deus os abençoe sempre!

Lidiane Westley Bouard

Desde o ventre materno, minha filha foi diagnosticada com um cisto no colédoco. Esse, a princípio, não nos trouxe grande preocupação muito devido à orientação médica que recebemos então. Contudo, após seu nascimento, o cisto foi aumentando e trazendo riscos à nossa princesa. Quis o destino que cruzássemos nossa vida com a Dra. Sandra Schuler, que num gesto iluminado nos encaminhou ao Hospital Pequeno Príncipe. O HPP, com toda sua estrutura, nos atendeu maravilhosamente bem. Agendou-se a cirurgia, a qual ficou a cargo da Dra. Elisangela Mattos. Chegando a data estabelecida, deu-se o procedimento – e confesso que foram as cinco horas mais agonizantes de nossa vida –; ali houve uma mistura de medo e esperança, pois nossa filha estava sendo operada no \"melhor hospital do mundo\". E, para confirmar o que disse, tudo ocorreu bem! Minha pequena Lavínia ficou uns 9 dias internada em recuperação, tempo suficiente para conhecer um pouco a realidade desse hospital maravilhoso. Ali, em meio a angústias e dores, em meio a UTIs e enfermarias, tecemos amizades, choramos, sorrimos... Recuperamos mais que a saúde de nossos filhos e filhas; recuperamos nossa humanidade, pois cada criança que ali estava também, de certa forma, era um pouco nossa filha também. Parabéns, Hospital Pequeno Príncipe, pelos seus 100 anos de história. Histórias estas tristes para alguns e felizes para muitos. Depois de tudo que fizestes para minha filha, me sinto um pouco parte desses 100 anos, pois como diz o livro homônimo: \"Tu te tornas responsável por aquilo que cativas\". Cativaste-nos eternamente. Obrigado por tudo!

Cristian Elias Araújo

Minha filha Maria Valentina Merege Ribeiro, na data do internamento com 3 anos e 10 meses, foi encaminhada ao Pequeno Príncipe com suspeita de vasculite (infecção nos pequenos vasos sanguíneos). Foi tudo muito subitamente, começando com manchas pequenas e avermelhadas na região das pernas. Antibióticos não surtiam efeito e não há reumatologista infantil em nossa cidade. Demos entrada no hospital, consultamos com a atenciosa Dra. Luciane e posteriormente ficamos internados para sequência de exames. Toda equipe médica é simplesmente fantástica, fez todo tipo de exame, teve paciência, carinho com o paciente, e o diagnóstico foi confirmado como vasculite PAM. Só tenho a agradecer por toda equipe médica, a reumatologista que acompanha mensalmente minha filha, Dra. Márcia Bandeira, as meninas da copa, cozinha, limpeza, todas muito queridas. Gratidão a Deus por fazer que nós levássemos nossa filha até vocês. A todos os anjos que compõem esta equipe, muito obrigada.

Iris Marcele Merege Ribeiro

Meu filho Davi, quando tinha 4 meses, começou com episódios de vômito febre e diarreia. Eu o levava a outros hospitais e falavam que era apenas uma virose, então tomava remédios e nada melhorava. Aí o levamos ao Hospital Pequeno Príncipe, onde foram feitos vários exames, e Davi foi diagnosticado com uma grave infecção intestinal. Seriam apenas 7 dias de antibiótico, mas ele não melhorava, começou a ter convulsões e outras infecções, aí começaram uma investigação e foram descobertos seus problemas de saúde. Foram 2 meses e meio em internamento para descobrir exatamente o que meu filho tinha. Foram necessárias cirurgias no intestino. Médicos e enfermeiros se dedicaram totalmente ao meu filho, foram dias angustiantes em UTI, mas eu sabia que meu filho estava em boas mãos com ótimos profissionais e em um hospital maravilhoso, onde há amor, carinho e muito cuidado em cada detalhe. Agradeço muito ao Hospital Pequeno Príncipe, pois hoje meu filho está vivo graças a Deus e a um hospital de excelente qualidade em atendimento e cuidado. Ele ainda faz tratamentos aí e continuamos sendo tratados com todo amor e carinho. Que Deus continue abençoando esse hospital.

Tatiana Aparecida Sobenk Brand

Minha história com o HPP começou em maio de 2011. Minha filha Letícia, na época com 5 anos, reclamava muito de dores de cabeça, e eu a levava a médicos e hospitais e me diziam que ela estava com sinusite, mas fazíamos o tratamento e não melhorava; ela só piorava. No dia 12/5/2011, eu a levei ao HPP. Em uma conversa com Deus, pedi para que ele colocasse um médico abençoado para descobrir o que minha filha tinha. Na verdade, foi uma médica, infelizmente não lembro o nome dela, mas ela foi muito carinhosa, atenciosa e fez os exames necessários, e descobrimos que minha filha estava com meningite. Logo foi internada, foram 9 dias no hospital recebendo o tratamento e o carinho dos médicos, enfermeiros e toda a equipe que vai até o hospital para alegrar os nossos dias. Até hoje eu tenho um quadro que fizemos no hospital, e sempre que olho aquele quadro lembro tudo o que passamos, e hoje dou graças a Deus pela cura da minha filha e por esse hospital maravilhoso. Hoje ela está com 13 anos em plena saúde. Obrigada, HPP, pelo carinho não só conosco, mas com todas as pessoas que passam aí diariamente. Deus abençoe vocês.

Alessandra Sostak

A nossa história só faz sentido com a sua

Algumas histórias compartilhadas aqui no hotsite viraram vídeos emocionantes. Assista e conheça a trajetória dessas pessoas que tiveram suas vidas transformadas pelo Pequeno Príncipe.



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